SERVIÇOS - SISTEMA DE ALARME





ANÁLISE GERAL DE UM SISTEMA DE ALARME
Limitações Tecnicas de Um Sistema de Alarme
A seguir iremos demonstrar ao usuário algumas características dos alarmes eletrônicos. Lembramos que estas características são fornecidas pelo fabricante e que elas se aplicam a todo e qualquer tipo de alarme monitorado da atualidade.
Seu alarme foi cuidadosamente projetado para ser tão eficiente quanto possível. Há circunstâncias, entretanto, como o incêndio, roubo ou outro tipo de emergência, as quais não podem ser previstas.
1) Instalação
O alarme deve ser instalado corretamente para proporcionar uma adequada proteção. Cada instalação deve ser avaliada por um profissional de segurança, para assegurar que todos as áreas de acesso estejam protegidas. As fechaduras e trancas nas janelas e portas devem estar seguras, firmes e estar operando de acordo com o seu planejamento. Janelas, portas, paredes, aberturas e outros, devem possuir força e construção necessária para proporcionar o nível de proteção esperado. Uma reavaliação deve ser realizada (contatar a MONITAL), durante e depois, de qualquer construção ou reparo dentro do local protegido.
2) Prevenção
O Sistema de Alarme contém características de segurança que foram reconhecidas no momento da fabricação. É possível que pessoas com intenções criminosas desenvolvam técnicas que procuram reduzir a eficiência nestas circunstâncias. É muito importante que o alarme seja periodicamente revisado pelo usuário, para assegurar que suas características permaneçam eficientes e que sejam atualizadas ou substituídas se for detectado que não proporcionam mais a proteção desejada.
3) Entrada de Estranhos ou Intrusos
Os intrusos podem entrar por um ponto de acesso não protegido, burlar um dispositivo de sensor, enganar o alarme através de movimentos em uma área que a proteção por sensores seja insuficiente, desconectar um dispositivo de advertência, interferir ou evitar a operação correta do alarme.
4) Detetores de Fumaça - Limitações
Os detetores de fumaça que podem ser uma parte do sistema, podem não alertar corretamente aos usuários, de um incêndio por inúmeras razões:
  • A fumaça não pode ser capaz de alcançar os detetores de fumaça, como quando o fogo está na chaminé, paredes ou tetos, ou estar do outro lado de uma porta fechada.
  • Os detetores de fumaça não podem detectar fumaça em outros andares da residência ou do prédio.
  • Cada incêndio é diferente em quantidade de fumaça produzida e da velocidade do incêndio. Os detetores de fumaça podem não informar bem qual o tipo de incêndio.
  • Os detetores de fumaça não podem proporcionar uma advertência rapidamente dos incêndios causados por descuido ou falha de segurança como o fumar na cama, explosões violentas, escape de gás, ou incorreto acionamento de materiais de combustão, circuitos elétricos sobrecarregados, os fósforos por parte das crianças ou o incêndio provocado.
  • Ainda que o detetor de fumaça funcione como foi projetado, pode haver alguma circunstância onde seja insuficiente tempo de advertência para permitir aos usuários escaparem a tempo para evitar ferimentos ou morte.
5) Detetores de Movimento
  • Somente podem detectar movimento dentro das áreas protegidas pelos sensores.
  • Não podem discriminar entre intrusos e os que habitam o local ou residência.
  • Não proporcionam uma área de proteção volumétrica. Estes possuem múltiplos raios de detecção e o movimento somente poderá ser detectado nas áreas não obstruídas, que estão cobertas por estes raios. Eles não podem detectar movimentos que aconteçam em áreas obstruídas, que não estão protegidas com os raios. Eles, também, não podem detectar movimentos que aconteçam atrás das paredes, de aberturas, de pisos, de portas fechadas, de separação por vidros, de portas ou janelas de vidro. Qualquer tipo de sabotagem que seja intencional ou não, tais como cobertura, pintura ou molhar com qualquer tipo de material nas lentes, espelhos, aberturas ou qualquer outra parte do sistema de detecção prejudicará sua correta atuação.
  • Operam detectando variações das temperaturas. Sem dúvida a sua ação pode ser reduzida quando a temperatura do local aumentar, ou se há fontes intencionais de calor perto da área de ação. Algumas das origens de calor podem ser aquecedores, radiadores, estufas, assadores, luz solar, ventiladores à vapor, e outros materiais que alteram a temperatura, podendo causar falhas nos sistemas de alarme.
6) Dispositivos de Advertência
Os dispositivos de advertência audíveis podem sofrer interferência de outros ruídos como equipamentos de som, equipamentos que produzam ruídos, sons dos rádios, das televisões, aparelhos de ar condicionados ou por outros aparelhos eletrodomésticos, ou pelo som do tráfego. Os dispositivos de advertência audíveis, inclusive os de ruídos forte, podem não ser escutados por pessoas com problemas de ouvido.
7) Linhas Telefônicas
As linhas telefônicas fixas são usadas para transmitir os eventos do alarme. Caso elas estiverem fora de serviço ou não disponíveis por certo tempo o sistema de alarme não funcionará corretamente como foi planejado. Também um intruso pode cortar a linha ou sabotar sua operação por meios mais sofisticados, que poderá comprometer o sistema de alarme instalado no local. Atualmente a MONITAL já possui um sistema de proteção contra cortes de linha telefônicas: SISTEMA DE TRANSMISSÃO VIA RÁDIO. Informe-se.
8) Falha de um Componente
Apesar que todos os esforços que se tem realizado para fazer com que os sistemas de alarmes eletrônicos sejam cada vez mais confiáveis, o alarme pode falhar em sua função, como foi projetado, devido a falha de um de seus componentes.